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O VIAJANTE

HUMAITÁ – AMAZONIA
Humaitá é conhecida por praticantes da pesca esportiva em todo o Brasil e no mundo. Fica nas proximidades dos rios Roosevelt e Madeirinha – afluentes do Amazonas –, região considerada perfeita para a realização da pesca ecologicamente correta.
A cidade, que dá apoio aos visitantes que pescam por ali, está localizada ao sul do Estado do Amazonas, à margem esquerda da Hidrovia do Rio Madeira, no entroncamento de duas Rodovias Federais, a BR-319 e a BR-230.
Dali até a capital do Estado, Manaus, são 959 km de distância, por via fluvial - navegável durante o ano todo. Por essas águas, circulam numerosos grupos de esportistas e aventureiros, dispostos a explorar a região a cada temporada.
Clima
O clima predominante em Humaitá é o Equatorial quente e úmido. E a temperatura média anual da região fica em torno de 24ºC – com máxima de 30ºC, e mínima de 21ºC. O índice pluviométrico é bem elevado, mas a época mais chuvosa é entre os meses de novembro e abril.
Como chegar
Via Rodoviária: saindo de Manaus chega-se ao município através da BR-230. São 405 km de distância.
Via Hidroviária: o rio Madeira é utilizado como uma hidrovia até lá.
Via Aérea: o aeroporto mais próximo é o Aeroporto Francisco Correa da Cruz, no km 8 da BR-319.
Atrações
Pousada Rio Roosevelt
Está localizada em uma região inexplorada da Amazônia, cercada de matas virgens, no encontro dos Rios Roosevelt e Madeirinha, ao pé da Cachoeira Santa Rita. Foi projetada para oferecer as condições ideais para a prática da pesca esportiva. Dispõe de praia natural com iluminação 24h;barcos de 6m com motor 25HP; caixa térmica com bebidas e cadeiras giratórias para duas pessoas; guias especializados; e uma pista de pouso com mil metros. As opções de lazer são bem diversificadas, entre trilhas ecológicas; passeios de barco pelos Igapós; observação de pássaros e animais; mirante com visão de 360º graus, com aproximadamente 300 m de altitude; posto avançado na cachoeira do Morcego, com pescaria de Jatuarana e Matrinchã no período de novembro a maio; visitação às fábricas de gelo, que têm capacidade de produzir 400 kg/dia; e muito mais.

O VIAJANTE

JAÚ – AMAZÔNIA
Uma região com trechos em que homem nenhum pisou, está no coração da floresta que mais chama a atenção do mundo, a Floresta Amazônica. Certamente ela reserva muitas surpresas, que pesquisadores e cientistas já estão tentando descobrir. Espécies raras de animais e plantas e fenômenos desconhecidos não são os únicos interesses desses cientistas. A sabedoria cabocla colabora com a ciência, pois é o melhor instrumento para se penetrar nesta fascinante região.
Com 2.272.000 hectares o Parque Nacional do Jaú é o maior parque nacional brasileiro e a maior área florestal tropical contínua do mundo. Criado em 1980, ficou por muito tempo no papel, protegido apenas pelo acesso difícil. A partir de 1.993 a Fundação Vitória-Régia, uma organização não-governamental, iniciou uma série de pesquisas na região.
Aspectos culturais e históricos
A região do Parque foi o primeiro pólo de colonização na Amazônia por indígenas, marcado por batalhas pela posse do território. Por outro lado têm-se relatos de achados de cerâmica e pretoglifos escritos em pedra.
Aspectos Naturais
Cortado pelo Rio Jaú e protegendo a maior bacia de águas pretas do mundo, a do Rio Negro, o Parque Nacional do Jaú está localizado no Planalto Rebaixado da Amazônia Ocidental. De relevo diversificado, abrange colinas, igapós, igarapés, planícies, áreas inundáveis e matas de terra firme.
Em sua biodiversidade tropical riquíssima existem sete tipos de vegetação amazônica. Nas áreas inundáveis das margens dos rios estão espécies como o açaizeiro e a palmeira, também encontrada nas áreas aluviais, ocasionalmente inundadas. Os terrenos de maior altitude abrigam os aburtos: amapá-doce, jarana e mangarana. Castanheiras-do-pará, maçarandubas, angelins-rajados e sucupiras são só algumas das espécies presentes na área de floresta tropical mais densa.
O parque possui 60% das espécies de peixes catalogados na Bacia do Rio Negro, destacando-se o tucunaré, o tambaqui e o pirarucu. Mais da metade das espécies de répteis típicas da região é encontrada ali. As grandiosidades do Jaú não param por aí: abriga a maior variedade de aves da Amazônia Central e diversas espécies de mamíferos como a suçuarana, o gato-do-mato, a jaguatirica, a onça-pintada, além do peixe-boi, a ariranha e o misterioso boto.
Clima
O clima é típico de florestas tropicais, constantemente úmidos. O período mais chuvoso e, portanto, menos indicado para visitas, vai de dezembro a abril e menos chuvoso entre julho e setembro.
Atrações
Além da observação das ricas fauna e flora pode-se visitar as diversas cachoeiras isoladas, como a do Miratucu, e as praias formadas nas margens do Rio Jaú. Entre as bacias dos rios Negro e Japurá encontra-se o maior lago amazônico, o Amanã, com 45 km de extensão e 3 km de largura.
Dentro do parque existem cerca de 160 famílias de caboclos ribeirinhos, vivendo da pesca, da roça de mandioca e da coleta de frutas e cipó. O principal vilarejo é Seringalzinho, onde está a única escola do Rio Jaú. Morando ali há muitas gerações, eles são profundos conhecedores da região e os melhores guias.
Próximos ao parque, em Manaus, existem vários atrativos históricos e culturais para serem visitados.
Infra-estrutura
Devido às diversas pesquisas feitas nos últimos anos, o Parque Nacional do Jaú possui Centro de Visitantes, alojamento para pesquisadores e atracadouro de barcos. Para quem deseja mais conforto, há a opção de
ficar em Manaus, que possui uma excelente infra-estrutura e fica a apenas 6 horas de lancha do parque.

O VIAJANTE

PRESIDENTE FIGUEIREDO - AMAZONAS
Imagine-se num lugar assim: Florestas, rios, cachoeiras e cascatas, um mundo mágico que a natureza reservou para você. Presidente Figueiredo nasceu com vocação natural para o turismo. A Terra das Cachoeiras tem trilhas para caminhadas na selva, visita às cavernas, passeios de barco no lago de Balbina, visita à Hidroelétrica e tantas outras opções que incluem o turismo ecológico e de aventura. O município de Presidente Figueiredo foi criado em 1981 e recebeu este nome em homenagem ao primeiro Presidente da Província do Amazonas, João Baptista de Figueiredo Tenreiro Aranha (1798-1861).
Localizado a 107 Km ao norte de Manaus, com acesso pela BR 174, esse pedaço de paraíso amazônico tem uma área de 24.781 km² distribuída em reservas ecológicas, reserva indígena, mineração, hidroelétrica e uma exuberante floresta onde a natureza foi pródiga em esconder os rios, os igapós e as cachoeiras
O Lago de Balbina foi proporcionado pela construção da barragem da hidroelétrica de Balbina, localizado no Município de Presidente Figueiredo, 180 km de Manaus, no Rio Uatumã, um dos afluentes do Rio Amazonas
O Clima é quente e úmido com temperatura média entre 25o C e 35o C.
A Vegetação é formada pela Floresta Tropical e há grande predominância de terras acidentadas, e o solo apresenta características arenosa nas áreas mais altas e argila nas áreas mais baixas.
O Rio Uatumã é conhecido principalmente na época da pesca do Tucunaré, durante os meses de Setembro a Dezembro, mas a pesca no lago de Balbina pode ser realizado o ano todo sendo excelente para iniciantes.
O Centro de Pesquisa de Quelônios e Mamíferos Aquáticos da Manaus Energia (tartaruga, peixe boi e ariranhas), Centro de Aquacultura do IDAM, que realiza o repovoamento da lagoa afetada pela construção da Hidroelétrica e o Centro de Pesquisas Arqueológicas que trabalhou no resgate do sítio arqueológico antes do processo de inundação. O Centro de Proteção Ambiental merece sua visitação pelo vasto acervo de peças arqueológicas e coleção de animais empalhados.


ATRATIVOS


    Cachoeiras
CACHOEIRA DOS LAGES- Localização: No lado direito da rodovia BR 174, Km 113, sendo 4 cachoeiras distribuídas em 1.500 m em trilha no interior da mata.
CACHOEIRA DA PEDRA LASCADA - Localização: No lado direito da rodovia BR 174, Km 113, a 1.700 m em trilha no interior da mata. Dentro da área dos lages.
CACHOEIRA DE IRACEMA - Localização: No lado esquerdo da rodovia da BR 174, Km 115, a 400 m em ramal empiçarrado.
CACHOEIRA DAS ARARAS - Localização: A 1.500 m após a cachoeira de Iracema, em trilha no interior da mata. Dentro da área da Cachoeira de Iracema.
CACHOEIRA DA SUFRAMA - Localização: No lado direito da rodovia BR-174, Km 96, a 200 m em trilha no interior da mata
CACHOEIRA DO SANTUÁRIO - Localização: No lado direito da rodovia AM-240, acesso a Balbina Km 12, a 1. 200 m em ramal empiçarrado no interior da mata.


    Corredeiras
CORREDEIRA DO URUBUÍ - Localização: No lado esquerdo da rodovia BR 174, Km 107, a 300 m da estrada principal.
CORREDEIRA DO BARRETO/BALNEÁRIO BARRETO - Localização: No lado direito da rodovia AM-240, acesso a Balbina Km 65, (Igarapé do Barreto).
CORREDEIRA SANTA BÁRBARA - Localização: localizada no Km 9 do ramal do Urubuí, a 300 m. em trilha no interior da mata.
CORREDEIRA SÍTIO SANTA LÚCIA - Localização: No lado esquerdo da rodovia BR-174, Km 113, a 50 m em trilha empiçarrada.
CORREDEIRA PANORAMA - Localização: No lado esquerdo da rodovia BR-174, Km 109, a 300 m em trilha na selva.
CORREDEIRA/BALNEÁRIO ÁGUA VIVA - Localização: No lado direito da rodovia Rodovia AM-240, acesso a Balbina Km 12, a 100 metros em trilha.
CORREDEIRA DO UIRAPURU - Localização: No lado esquerdo da rodovia Rodovia AM-240, acesso a Balbina Km 32, 3 Km de ramal empiçarrado, e caminhada em trilha.


     Cavernas
CAVERNA REFÚGIO DO MAROAGA
- Localização: No lado direito da rodovia AM-240, acesso a Balbina Km 6, a 600 m em trilha conservada.
CAVERNAS DE IRACEMA
- Localização: No lado esquerdo da rodovia BR-174, Km 115, a 4000 m. em ramal empiçarrado no interior da Fazenda Iracema. Dentro da área da Cachoeira de Iracema.
CAVERNA DAS ARARAS
- Localização: Localizada a 1500 m. após a Cachoeira de Iracema em trilha margeando o Rio Urubuí. Dentro da área da Cachoeira de Iracema.